|
|
Apenas Ser
Ser, haver, reter. Crer... Eus nos teus. Sepulcro entre as falas, Contando o sono das veias. Identidade, língua, feto, loucura. Amargura reflexiva. Prefiro acorrentar O pensamento ao fardo Das horas. Grito as paredes. Sofrimento, harmonização, Dissolvição. “Silêncio é o calor da linguagem”... Transcende as maneiras. Ser, estar Ser no mundo As salas caladas. Entes entre as portas Cabides, espadas, Muros que não podem ser. Metafísica? Mas o que é? Para que? Dores, versos, causas, sobras. A face do passado Entre os dedos. Ser ou não ter? O mundo mudo. O mesmo veneno Interlocutor das coisas Tão findas. O resto é silêncio... Feridas expressas Na alma que exclama... “Ser ou não ser”? Estar no mundo. Suprir as coisas. Ater as palavras Concluindo o nada. (Weder Soares)
Escrito por Weder Soares às 22h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
POESIA RELATIVA
Texto do latim textum
tecido, tiras, pele.
Porosa mulher
concebe os versos
em suas linhas abertas.
Rasgue todo verbo.
Fecunde a voz do mundo.
Sou o mundo
de incógnitas desabitadas.
Solte esse cordão.
Amarre os sapatos,
arrume o nó da gravata.
"O homem é a medida de todas a coisas."
"Quem são estes desgraçados?"
Rebentos da utópica construção
desvalidos consumindo pão e pó.
Concerne alguns fiapos dessa escrita,
derrame tinta a(breu)grafia.
Retenha toda ambigüidadde.
Agora sou (a)mo
não amo mais.
Vem, desdenhe.
Que seja miragem
(mito) meretriz.
A praça está cheia
algodão doce
pontas (pés) bits.
Olhares retesos; metá(fora)
DUVIDO QUE ESSE FILHO É MEU!
DNA/
Para me aprisionar.
Na primavera volto
tramas, camas, plenas
(a)mas as palavras?
Espalhegrafite.
Um ponto final.
Não me comprometa agora!
DEUS ESTÁ DORMINDO.
" 1 (Protágoras)
" 2 (Castro Alves)
Escrito por Weder Soares às 17h26
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Um pingo (a)
tinta atenta
escorrendo pura...
Nas linhas afoitas
do poema.
Escrito por Weder Soares às 16h30
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Depois do ponto.
Um turbilhão de versos
Insistem/
por mais um pedaço
da pauta.
Escrito por Weder Soares às 18h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O tempo desperta
colunas/
fazendo da pauta
o abraço de Eras.
Escrito por Weder Soares às 17h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Depois da tinta
todos os versos
aplaudem as letras.
Escrito por Weder Soares às 16h58
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
É vago
frio, sem linhas.
Quero a tinta
e todos os verbos possiveis.
Escrito por Weder Soares às 16h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Novamente/
depois de horas de sono.
O verso abraça a pauta
abre as janelas,
contempla as letras
e salta para a liberdade esperada.
Escrito por Weder Soares às 07h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
No espaço o canto/
pautando o ser/
acolhendo as letras/
Acontecendo a cada pulsar/
Do grafite eterno.
Aos meus companheiros Blogueiros
que fazem do espaço virtual... Uma estrada iluminada.
Desculpem-me a ausência de letras.
Escrito por Weder Soares às 15h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A pauta fenece/
Nos cantos o canto/
de todos os tempos/
Poéticamente livres.
Escrito por Weder Soares às 16h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Um tanto assim
Eis as formas/
feitas de risos e saudades,
estampadas nas cores desses
dias/.
Escrito por Weder Soares às 10h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Queridos (a)
Desculpem-me a ausência. Infelizmente por motivo de trabalho ficarei um pouco ausente do mundo blogueiro. Não irei abandona-los, apenas o tempo disponivel frente ao pc foi podado por atividades. Alguém tem que trabalhar não é mesmo! Estou trabalhando meu próximo livro, que em breve estarei lançando. Tudo isso está me deixando sobrecarregado. Grande beijo a todos e logo estarei postando novo texto.
Que Deus esteja sempre com todos.
Escrito por Weder Soares às 13h02
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Domingo
Quero a fala/ entre os dentes. Escolher alguns versos, e dedilhar sem compromisso/ Uma valsa para a vida.
Escrito por Weder Soares às 13h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Nesse mês de agosto, estarei de férias... Também sou filho do poeta maior. Ficarei ausente desse cantinho, mas ligando em coração à todos vocês, pessoas de imenso valor. Um afetuoso abraço em cada coração! E até a volta.
Eis as marcas nos espaços dedilhados/ Com graça e perfume... A pauta fitou seus olhos/ e fez da lógica canção do caminho.
Escrito por Weder Soares às 06h57
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Queridos Companheiros (a) Blogueiros (a)
desculpe-me a ausência, estou com problemas em meu pc.
Assim que for possivel visitarei a todos.
A poesia cla(ama)
aperta a pauta/
e sem promessas
abraça as linhas/
editando histórias
nos lábios da eternidade.
Escrito por Weder Soares às 13h54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Remoendo
Destrave a tranca dos desejos/ Recorte as cores/ Retoque amores/ Pele, sereno/ Deixe dourar dois bifes, Farofa fininha, cebolinha, salsinha... Rodelas de tomate e pepino/ Arroz branco, queijo ralado Feijão preto bem temperado/ Uma pimenta de bode amassada/ A saliva saltando; O lápis/ O lapso/ Colapso nervoso/ Almodengas ao molho/ Olho por olho(um dente de alho). Azeite de oliva/ Uma cena/ O poema/ As pernas/ As penas/ A vida/ As dividas/ As duvidas/ Os versos/ Os terços/ Uma pitada de sal/ Agosto das letras/ A cesta básica/ A semana inteira/ A sexta feira/ Curriculum vitae na segunda/ Esperança no ar(vida).
Escrito por Weder Soares às 08h18
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Toc
A poesia/
abriu as portas,
abraçou as letras/
E fez da pauta eternidade.
Escrito por Weder Soares às 13h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ilusão de Poeta
Canta sol! Desmanche em brilhos tantas gotas debruçadas/ No varal de meu ser. Permita o en/canto dedicado as Rosas, Marias Querubinas, meninas/ sementes da perfeição. Contra-capa aveludada/ decorada de letrinhas, recolhidas do infinito/. Peito/ porto/ oco do mundo atroz. Sela minha boca! Disfarce de som/ as rédeas de minha meninice/. Canto/ Terra. Beijo de bilocas, espalhadas no chão batido. Complicada estrela (a)crescer. Pauta um aperto descrevendo com jeito/ As formas dedicadas à minha poesia... Nossa!
Escrito por Weder Soares às 07h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |